Cristian Bacelar Em busca das almas para Jesus... Vigiai,pois,porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.
Pode crer que é assim
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Igrejas “sem a presença de Deus” (?): Legalismos e Arrogância de Pastores e Líderes – DÊ UM BASTA NO AUTORITARISMO RELIGIOSO – Busque a Deus em outras DENOMINAÇÕES que servem ao Senhor “de verdade” !
O problema principal da Igreja hoje não é a falta de oração, de estudo da Bíblia, de fé ou de dedicação. O problema é mais profundo. Algo tornou-nos tão fracos, que não queremos orar, ou ler a Bíblia. Eliminou-se, de nós, o entusiasmo pelas coisas de Deus.
Onde está o problema? Quando o cerne do Evangelho não é bem entendido ou bem ensinado, o esgotamento espiritual alcança-nos mais cedo ou mais tarde. Os sintomas deste esgotamento são Igrejas sem nenhum entusiasmo; Igrejas que não refletem o amor de Deus, pois nunca o experimentaram de verdade; igrejas onde Cristo está do lado de fora.
O que aconteceu? Onde se perdeu o fabuloso legado espiritual, que deveria chegar até nós, já que, por ele, foi pago um alto preço na cruz e um alto preço pelos milhares de mártires, mortos por amor de Cristo?
No princípio da história da Igreja, ocorreram dois graves desvios que alcançaram até a Igreja de hoje:
1) O Cristianismo como religião e não como relacionamento com CristoJesus Cristo debateu veementemente o farisaísmo, pois eles ensinavam ao povo que deveriam buscar a aceitação de Deus, mediante méritos pessoais. As palavras mais duras de Jesus foram dirigidas aos fariseus, pois uma carga muito grande estava sobre o povo, dificultando o acesso dos mesmos a Deus. E Jesus debateu esse desvio, pois Ele sabia que ao longo da história da sua Igreja, muitos ficariam no meio do caminho por causa do cansaço espiritual.
Jesus ensinava ao povo que eles eram livres para amar a Deus, e que o Evangelho era simples:…“amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.” Não ao legalismo, não à religiosidade. “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados que eu vos aliviarei…”.
Se alguém encara a vida com Deus entendendo que precisa fazer de tudo para agradá-LO; que precisa trabalhar muito no Reino para tirar um sorriso dos lábios do Senhor; que precisa melhorar o desempenho espiritual visando garantir um terreninho no céu… Saiba que todo esse sacrifício é vão!
A graça é tudo de maravilhoso que poderia acontecer para o ser humano. É de tirar o fôlego! Estamos livres para amá-LO. Não precisamos, desesperadamente, buscar agradar a Deus, pois Ele morreu por saber que nós NUNCA conseguiríamos agradá-LO por nós mesmos. Por causa da cruz, somos declarados puros, diante de Deus, mesmo não o sendo. Fantástico! O esgotamento espiritual vai embora, se as pessoas souberem que Deus quer um coração conquistado, por essa graça, não um coração ansiando arrumar um jeito de escapar do inferno.
Este é o primeiro desvio que têm minado a Igreja de Cristo hoje. O legalismo dos fariseus alcançou-nos, afastando-nos do entendimento do puro Evangelho.
2) A graça foi barateadaO teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer nos sinaliza o segundo desvio sério que alcançou a Igreja de hoje. A graça foi barateada. Que é graça barata? É a pregação do perdão sem arrependimento, graça sem cruz, graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado, graça sem discipulado. Significa justificação do pecado e não do pecador. Graça sem preço, sem custo.
O que é graça preciosa? É o tesouro por amor do qual o ser humano sai e vende tudo o que tem com alegria; é o amor tão intenso a Jesus Cristo pelo qual, o ser humano arranca o olho que o faz tropeçar; é o chamado de Jesus, pelo qual o discípulo larga suas redes e o segue. É preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. É preciosa por ter custado a Deus a vida de seu Filho. “Vocês foram comprados por preço”. É preciosa porque não pode ser barato a nós aquilo que custou caro a Deus.
Com a expansão do Cristianismo e a secularização crescente da Igreja, a consciência da graça preciosa perdeu-se gradualmente. Tornou-se barata. O mundo estava cristianizado, a graça passou a ser propriedade comum de um “mundo cristão”. Mas a Igreja católica, ainda bem, manteve o monasticismo, pois nele se mantinha viva a consciência da preciosidade da graça. Por amor de Cristo, homens e mulheres abandonavam tudo quanto possuíam. Mas a vida monástica era uma coisa para poucos, não para a massa do povo cristão. Era duro demais. Passaram a serem encaradas essas duas esferas de obediência cristã: uma mais severa e outra mais branda.
Qual o erro do monasticismo e onde ele se distanciou do Cristianismo? Não foi no caminho do discipulado rigoroso e na tentativa de obediência perfeita, mas foi por deixar-se transformar ele próprio na realização excepcional, voluntária, de uns poucos, reivindicando, assim, mérito especial para si. A mudança tinha que acontecer nos recônditos mais íntimos do ser e não em demonstrações superficiais.
Esse desvio tem minado a vida da igreja, pois ela não passa apenas de uma opção morna, enfraquecida, que nos constrange ao lembrarmos-nos dos milhares de cristãos que morreram porque entendiam que ser cristão significava renúncia, significava morrer por Cristo. Tudo infinitamente mais do que encontrarmos com os irmãos, uma vez por semana, para reclamarmos do Pastor e da vida medíocre que levamos no Reino.
Não estejamos no time de cristãos que, por não compreenderem a graça, pensam que precisam se superar para agradar a Deus. E também não fiquemos entre aqueles que pensam que tudo já foi feito na cruz e por isso podem levar uma vida onde a convivência com o pecado é tranquila, sem crise. Fiquemos no ponto de equilíbrio, caro leitor, o qual a graça o alcançou e é preciosa demais, pela qual, por amor, você é impulsionado a largar tudo por Jesus e dizer, sem titubear: “Já estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2.20).
Enviados das TREVAS para confundir os homens !!! CUIDADO (diga NÃO ao espiritismo) !
Chico Xavier conseguiu atrair uma multidão de curiosos ao cinema para assistir ao filme sobre a vida do falecido médium espírita.
Porém, sabemos que os adeptos (assumidos) do espiritismo no Brasil ainda são poucos.
É bem verdade que de cada 100 católicos, ao menos 90 já visitaram um centro-espírita.
É bem verdade que de cada 100 católicos, ao menos 90 já visitaram um centro-espírita.
Mas afinal, quem está com a razão, o espiritismo ou a Bíblia Sagrada?
Se a Bíblia estiver com a razão sobre o “estado dos mortos” e sobre a “ressurreição”, logo; os espiritismo está mentindo, ou, vice-versa.
Vamos entender:
O espiritismo prega que a salvação é proveniente de uma vida levada à CARIDADE.
A Bíblia Sagrada ensina que o único meio de se alcançar a salvação é por intermédio de uma fé no Salvador Jesus Cristo, seguindo a Ele e obedecendo os Seus ensinamentos.
A Bíblia Sagrada ensina que o único meio de se alcançar a salvação é por intermédio de uma fé no Salvador Jesus Cristo, seguindo a Ele e obedecendo os Seus ensinamentos.
“Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada“. Gálatas 2:16
O espiritismo prega que após a morte, o homem aguarda pela REENCARNAÇÃO afim de se aperfeiçoar.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem aguarda pela RESSURREIÇÃO, uns para a vida eterna, outros para a condenação.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem aguarda pela RESSURREIÇÃO, uns para a vida eterna, outros para a condenação.
“Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos”. Atos dos Apóstolos 24:15
“Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou“. 1 Coríntios 15:16
O espiritismo prega que os mortos podem se comunicar com os vivos.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem não tem contato algum com aqueles que ainda permanecem vivos.
A Bíblia Sagrada ensina que após a morte, o homem não tem contato algum com aqueles que ainda permanecem vivos.
“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento”. Eclesiastes 9:5
O espiritismo prega que o Senhor Jesus seria apenas um Ser superior, uma especie de super-médium já evoluído.
A Bíblia Sagrada ensina que o Senhor Jesus é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós, com o objetivo de morrer na cruz e salvar o pecador (todos os homens).
A Bíblia Sagrada ensina que o Senhor Jesus é o próprio Deus que se fez carne e habitou entre nós, com o objetivo de morrer na cruz e salvar o pecador (todos os homens).
“E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna“. 1 João 5:20
O espiritismo prega que os espíritos (encostos) devem ser “doutrinados” e que a mediunidade (ato de incorporar espíritos) deve ser desenvolvida.
A Bíblia Sagrada ensina que os espíritos (encostos) na verdade são espíritos imundos (demônios) que devem ser expelidos (expulsos) da vida do indivíduos que está sendo perturbado e ou atormentado por esses seres malignos.
A Bíblia Sagrada ensina que os espíritos (encostos) na verdade são espíritos imundos (demônios) que devem ser expelidos (expulsos) da vida do indivíduos que está sendo perturbado e ou atormentado por esses seres malignos.
“E estava Ele expulsando um demônio, o qual era mudo. E aconteceu que, saindo o demônio, o mudo falou; e maravilhou-se a multidão”. Lucas 11:14
“E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios“. Lucas 8:2
Assim podemos entender que, se a Bíblia Sagrada ensina a verdade, então, não resta a menos dúvida de que o espiritismo ensina uma doutrina falsa é perigosa.
Que Deus abençoe a sua vida.
MALDIÇÃO ou COINCIDÊNCIA ?
A má influência religiosa de Chico Xavier na Sociedade Brasileira !!!
É brincadeira um negócio desse (Satanás é muito astuto) !!!
Idolatria EVANGÉLICA ! Pode ?
O evangélico é idólatra! Tenho ministrado em alguns grandes congressos e o nível de idolatria assusta. Basta o cantor (ou pregador) ser famoso e pronto, está deflagrado o processo idólatra. Olhinhos brilhando, tietagem, lágrimas, milhares de fotos, celulares brotando do chão, em alguns lugares gritos eufóricos tiram Cristo do foco e assassinam o sagrado.
A mentalidade evangélica do show não é mais novidade – e a idolatria também não – tanto que já não choca, não “escandaliza” ninguém. Já não se respeita o lugar do culto, a ambiência do sagrado, o momento da adoração. O que importa é tirar fotos com o ídolo, abraçar, chorar, entronizar o novo deus do instante.
Os chamados “artistas gospel” adoram isso tudo! Basta ver em seus rostos a expressão de êxtase por estarem na mira dos holofotes. Notei o modus operandi desses deuses de hoje: as mesmas técnicas dos “artistas” seculares em seus shows: “Joga a mão pra cima!” Enquanto o “culto” se desenrola em sua forçada normalidade, o povo tenta esconder sua alarmante ansiedade pelo show, até que chega o momento esperado:“com vocês: o nosso deus!” E o povo… abraça a idolatria em sua mais nefasta expressão – a substituição do Deus verdadeiro pela cópia bizarra do momento.
Eugene Peterson escreveu: “Gostamos dos ídolos porque gostamos secretamente da ilusão de controlá-los. São deuses destituídos de divindade para que nós possamos continuar a ser deuses de nós mesmos. A adoração de ídolos (em todas as dimensões: céu, terra, embaixo da terra) sempre foi o jogo religioso predileto. A adoração de ídolos é o vazio batizado de espiritualidade” Dt. 5. 8-10.
Não preciso lembrar que a idolatria é um pecado que fere profundamente o coração de Deus, preciso? O grande problema na adoração aos ídolos é a inversão teológica que é feita. Passa-se a adorar o objeto criado ao invés do Criador de todas as coisas (Rm. 1.19-23). Alguns estudiosos trabalham com a ideia de que o deus de uma pessoa é aquilo a que ela dedica seu tempo, seus bens e seus talentos; aquilo a que ela se entrega. A ideia teológica dessa linha de pensamento é a de que sempre que alguém, ou algum objeto, ou até mesmo alguma função ocupa o lugar central em nosso coração, mente e intenção, torna-se um ídolo, porque tomou o lugar que pertence a Deus (Mt. 22.37).
Não há problema em gostar do trabalho de alguém, ou mesmo tirar uma foto com ele(a), mas a questão é: dentro do templo? No ambiente do culto? Qual é a intenção em celebrar tão desesperadamente alguém? Em matéria de idolatria, todo cuidado é pouco.
A W Tozer disse: “Um ídolo na mente é tão ofensivo a Deus quanto um ídolo na mão”.
Neopentecostalismo: Um desserviço ao evangelho
Diversos movimentos pentecostais têm surgido ao longo dos anos. Portanto, é preciso saber distinguir o verdadeiro do falso pentecostalismo. O conhecido movimento denominado neopentecostal surgiu nos meados do século XX. O neopentecostalismo se propôs a dinamizar as práticas litúrgicas, a cristologia, a eclesiologia e a prática hermenêutica. No que diz respeito à prática litúrgica, o neopentecostalismo apresenta um problema dos mais graves. Em seus cultos, as campanhas de cura, prosperidade material, saúde e revelação têm proeminência. A preocupação maior não é a glória de Deus, mas as necessidades humanas focadas por uma ótica hedonista.
O slogan das igrejas neopentecostais é: “Você nasceu para vencer”. É uma frase elegante e até estimula nossa vida diária, mas está teologicamente errada. Nós não nascemos para vencer. Nascemos para servir e glorificar a Deus. Nascemos para viver com Deus e para Deus. O alvo da nossa vida como servos do Senhor, deve ser Deus e não nós mesmos, e não nossos projetos pessoais. O crente verdadeiro tem um único projeto: glorificar a Deus em sua vida com sofrimento ou sem sofrimento, com revezes ou sem revezes. Os mártires da igreja se viam a si mesmos como secundários e Deus como o prioritário, por isso glorificaram a Deus em seus sofrimentos. Nos cultos neopentecostais o homem é o foco, é a causa e a razão. O homem é o centro do culto e Deus torna-se servo. A liturgia neopentecostal toma uma direção totalmente horizontal. Um slogan bastante usado pelos líderes neopentecostais é: “Aqui o milagre é coisa natural”. Ora, se é natural não é milagre. Ademais, esses líderes esquecem que o culto deve expressar a natureza espiritual da igreja e seu relacionamento com Deus.
A liturgia de um culto deve enfatizar o senhorio de Jesus e não apenas Jesus como provedor de necessidades humanas. O culto neopentecostal é pobre de Bíblia. A Bíblia não é central é periférica. As pregações são cheias de chavões positivos do tipo: “Deus tem uma vitória para você nesta noite”, “O gigante será derrotado nesse culto”, “Use a fé e prospere”. Enfim, é uma epidemia de confissões positiva e pouquíssima Bíblia. Dificilmente se ouvirá uma mensagem sobre perdão de pecados, a necessidade de arrependimento, vida de renúncia e a volta de Jesus nos púlpitos neopentecostais.
Os sermões neopentecostais mostram um Jesus fraco e demônios fortes. Mostram um Jesus que salva, mas não tem poder para encher a vida da pessoa. Tanto isso é verdade que na visão neopentecostal o crente continua de quando em quando sendo possesso de demônios. Há uma supervalorização dos demônios chegando às raias do ridículo: “Comece a se manifestar pomba gira”, “Manifeste-se exu tranca-rua” são frases que saem da boca dos gurus neopentecostais.
O clima de um culto neopentecostal é de lavagem cerebral pela técnica de repetição de frases curtas: “Olhe para seu irmão e diga…” Não é um clima de ensino e doutrina. A técnica é de manipulação e de despersonalização. A letra dos cânticos nos cultos neopentecostais expressa uma linguagem mística, e muitas vezes esotérica, sem abordar as verdades fundamentais da teologia cristã. Os grandes temas da fé como a salvação, a cruz, a redenção e a justificação não são mencionados nos cânticos. A realidade é que se espremermos a maioria dos cânticos neopentecostais não dá uma colher de sopa de doutrina. As letras das músicas são guisados de Jacó que trazem malefícios à fé apostólica. Falam de paz e amor para elevar o ego dos ouvintes. Quanto à cristologia constata-se claramente que a pessoa de Jesus se esvanece no neopentecostalismo.
O Cristo dos neopentecostais é uma pessoa decorativa, é uma pálida caricatura do Cristo do Novo Testamento, pois o nome de Jesus é mostrado como se fosse uma senha para acessar o site das maravilhas e fazer o download do milagre de que se necessita. O Jesus dos neopentecostais é mostrado não como a segunda pessoa da trindade, mas como um mágico, um talismã, um nome a manipular, um dístico. Tanto isso é verdade que a ênfase teológica do neopentecostalismo não é cristológica, mas pneumatológica, ou seja, a pessoa de Jesus é apagada e a ênfase é dada ao Espírito Santo. Para os pastores neopentecostais, Cristo é o canal para nos trazer o Espírito Santo, quando na verdade é o Espírito Santo quem nos conduz a Cristo e que desvenda a pessoa de Cristo ao fiel. Quando a cristologia é fraca a soberba do homem é grande. A palavra de João Batista “Importa que Ele cresça e que eu diminua” não encontra espaço no neopentecostalismo.
Os líderes neopentecostais se vêem como mediadores entre Deus e os homens. Sua palavra supera o valor das Escrituras. Eles disputam espaço com Cristo. Eles gritam: “Eu senti no meu coração e pronto”, ou seja, se sentiu no coração é verdade absoluta. Esquecem esses líderes que não é que nós sentimos em nosso coração, é o que a Bíblia diz. Se sentirmos de uma maneira, e a Bíblia disser de outra, nós é que estamos equivocados, e não a Bíblia.
Os crentes antigos oravam assim: “Senhor me esconde atrás da cruz de Cristo”, os líderes neopentecostais trocaram a oração por: “Senhor esconde a cruz de Cristo atrás de mim”. De acordo com as Escrituras o verdadeiro pastor pregar a obra de Jesus, mas os pastores neopentecostais completam a obra de Jesus, ou seja, Jesus só produz efeito na vida de uma pessoa através da “oração forte” que eles fizerem. Só eles têm poder sobre os demônios, só eles têm “a chave da oração forte”. Eles são o Sumo-Sacerdote e Jesus é apenas um ente espiritual. Nesse contexto, Jesus precisa ser reforçado pela “oração forte” de um guru neopentecostal. O neopentecostalismo é maléfico, pois apresenta um Evangelho descorado onde as visões e revelações estrambóticas é o referencial para o crescimento espiritual.
Enfim, o neopentecostalismo é um desserviço ao Evangelho.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Vazamento Perigoso
"E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei..." (Daniel 1:8)
Os jornais noticiaram, alguns anos atrás, que peixes estavam morrendo no Rio Reno. Foi descoberto que cerca de 150 quilogramas de inseticida haviam vazado de uma barcaça. Só uma quantidade minúscula era suficiente para matar o peixe. Semelhantemente, um pouco de ódio é capaz de contaminar nossas almas. (Vernon Elmore)
Estamos nós permitindo que o ódio contamine nossos corações? Estamos deixando que as dúvidas sufoquem nossa fé? Estamos sucumbindo diante das aflições, consentindo, assim, que morram as nossas esperanças? Estamos permitindo que o inseticida espiritual deste mundo impeça a nossa salvação eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor?
Vamos responder "não" a todas essas perguntas. Vamos pedir a Deus que nos revista de Sua armadura e nos proteja contra os vazamentos da barcaça do pecado que percorre o mundo. Vamos deixar que o Espírito Santo nos revista de força e poder, de confiança e determinação, de pureza e obediência. Queremos andar com Deus, queremos receber as Suas maravilhosas bênçãos, queremos experimentar a verdadeira felicidade que Ele nos prometeu.
Nós já ouvimos alguém dizer que o que nos faz tropeçar não é uma grande rocha, mas, uma pequena pedra. Da mesma forma, uma pequena mentira, um pequeno rancor, uma pequena atitude mesquinha, uma pequena palavra proferida de forma ofensiva, uma pequena indiferença ao chamado de Deus, são capazes de tirar a nossa paz, de apagar o nosso brilho, de construir um abismo entre nós e o Senhor.
Algumas pessoas chegam a brincar: "Meus pecados são tão pequeninos que ninguém percebe". Há um famoso político que se gaba disso dizendo: "Uns quinze minutos no purgatório e estou pronto para ir para o Céu". Mas, será isso verdade? Assim como um pouco de inseticida pode matar um peixe, um pequeno pecado pode matar a nossa vida espiritual e o nosso relacionamento com o Pai celestial.
Portanto, procuremos andar na presença do Senhor, segurando em Sua mão e pedindo a Ele que nos proteja de todos os vazamentos pecaminosos que conduzem à morte espiritual.
A Começar Por Mim...
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra" (2 Crônicas 7:14).
Um general chinês fez o seguinte comentário: "Se o mundo precisa ser trazido à ordem, minha nação precisa ser transformada primeiro. Se minha nação precisa ser transformada, minha cidade natal precisa ser renovada. Se minha cidade natal precisa ser renovada, minha família precisa ser corrigida. Se minha família precisa ser corrigida, eu devo ser corrigido em primeiro lugar."
Estamos nós de acordo com o pensamento daquele general chinês? Estamos preparados para nos deixar corrigir para que tudo ao nosso redor seja transformado? Estaríamos prontos a obedecer a Deus para que a nossa nação receba as dádivas de Deus?
É muito comum percebermos os erros e defeitos de outras pessoas. Percebemos o descaso de nossos colegas de trabalho, a indisciplina dos alunos de nossa universidade, a desonestidade dos empregados dos comércios por nós frequentados, a hipocrisia dos membros da igreja onde costumamos ir. Tudo está errado, muita coisa deve ser mudada, porém, não estamos dispostos a começar as mudanças por nós mesmos.
Quando deixamos o Espírito de Deus nos moldar, começamos a viver uma vida melhor. Os defeitos de nossa família passam a nos parecer bem menores e até insignificantes; nossa cidade nos oferece uma paisagem mais agradável; nosso país começa a ter esperanças; o mundo passa a ser visto por nós como um cenário perfeitamente possível de ser transformado pelo Senhor.
Se você deseja ver um mundo mais aprazível, coloque-se diante de Deus e deixe que Ele dirija a sua vida. Desse momento em diante, você começará a ser verdadeiramente feliz.
Viver Ou Simplesmente Falar?
"Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou"
(1 João 2:6).
O pai, certo dia, ensinava a seu filho pequeno sobre a forma de viver de um cristão e quais deveriam ser suas atitudes. Ao terminar a lição, o pai ouviu do filho uma pergunta a qual jamais pôde esquecer: "Pai, eu já vi um cristão?"
Será que já passamos pelo mesmo vexame? Já ouvimos, alguma vez, de um amigo: "Você é um cristão? Estou surpreso... confesso que não sabia!" E se um amigo se mostra espantado ao saber que somos cristãos, o que poderíamos dizer do nosso Deus?
Muitas vezes citamos, com facilidade, tudo o que um filho de Deus deve fazer. Também não é difícil, para nós, decorar uma grande quantidade de passagens das Escrituras. Podemos, é claro, nos vestir com roupas que nos fazem parecer discípulos do Senhor. Mas, será isso suficiente?
Conheço vários ateus que dominam toda a Bíblia, que citam versículos sem dificuldades, porém, de que vale tudo isso se não conhecem o Deus da Bíblia? De que serve conhecer o texto se não experimentam a bênção de um relacionamento com o Senhor? Não adianta saber onde fica o caminho se não houver a iniciativa de andar por ele.
Se eu digo que sou cristão, devo andar como Cristo andou, devo falar como Ele falou, devo demonstrar amor como Ele demonstrou, devo procurar viver em santidade como Ele sempre viveu. Ser cristão não é ir à missa e confessar os pecados ao padre, nem ir a um culto e cantar os hinos ali entoados, nem acompanhar uma oração junto ao rádio, bebendo a seguir a água ali colocada. Ser cristão é abrir o coração para Jesus, é ser sal em uma terra sem sabor, é ser luz em um mundo tomado por densas trevas. Ser cristão é deixar que Cristo brilhe em todas as nossas atitudes.
Você fala do que deve ser um cristão ou demonstra-o através de sua vida?
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