Pode crer que é assim

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Surpreenda os seus inimigos


inimigos, atitude, paz, harmonia“se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça.” (Rm 12. 20)
O nosso mundo requer de nós uma sequência lógica para a maioria das coisas. Um mais um são dois. O exemplo matemático é repassado para quase todas as áreas de nossas vidas. Sendo assim, inimigos devem receber o troco sempre. Isso é lógica. Se me faz algo de mal, a sequencia lógica de ação é pagar na mesma moeda. Essa é a experiência prática do dia a dia.
A Bíblia, porém, lança um desafio a todos: Surpreender os nossos inimigos. Surpreendê-los é agir de forma contrária a lógica do mundo. O verso inicial nos diz“se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber” (Rm 12. 20).Isso é totalmente ilógico para nós! Fornecer comida a quem me opõe? Matar a sede daquele que me fez mal? Pois bem, este é o padrão de ação dado por Deus aos seus filhos. Esta é uma virtude a ser perseguida com grande empenho e esforço.
    É importante observar que Deus não nos manda fazer coisas sem objetivo. O objetivo dessa atitude ilógica para o mundo é dar um grande exemplo a ele e deixá-lo perplexo diante do bem que estamos fazendo. Isso é ser luz e sal. O verso termina dizendo “porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça.” (Rm 12. 20).Essa expressão equivale a fazer com que o inimigo fique envergonhado diante do bom procedimento, equivale a surpreender positivamente o inimigo e impactá-lo com um padrão de atitude vindo de Deus e que faz a diferença.
Fico muito decepcionado quando encontro pessoas que “rasgam” trechos da Bíblia como se não estivessem ali. Este é um dos trechos que as pessoas costumam deixar pra lá, porque não querem dar-se ao tremendo esforço de agir “ilogicamente”, amando e perdoando inimigos, pois isso é doloroso para o seu ego. Preferem vingar-se e com isso desagradam a Deus, pois estão pecando. Os desafios encontrados na palavra de Deus a nós não nos dão o direito de taxá-los de impossíveis e de abandoná-los como se não existissem.

Se chamamos a Jesus Cristo de Senhor, que quer dizer dono, então devemos ouvir as Suas palavras e praticá-las, mesmo que elas sejam desafios grandiosos que exijam uma auto destruição do nosso ego e do nosso orgulho. É o melhor a fazer!

A justiça e o justo viraram E.Ts!


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“Praticar a justiça é alegria para o justo, mas espanto, para os que praticam a iniqüidade.” (Pv 21. 5). 
Praticar a justiça é agir conforme aquilo que é correto e, para nós que servimos a Deus, a Bíblia Sagrada é o manual que nos mostra a vontade de Deus, aquilo que devemos e que não devemos fazer. Aquele que age corretamente, segundo os mandamentos de Deus, a Bíblia chama de justo.
Veja um exemplo conhecido dessa realidade: “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.” (Jó 1. 1).Jó é um exemplo de uma pessoa justa.
A sabedoria de provérbios nos ensina que a pessoa que ama a justiça tem alegria por praticá-la: “Praticar a justiça é alegria para o justo…” (Pv 21. 5). Sabemos que ser verdadeiro e correto não é fácil, é enfrentar a nossa natureza, o mundo e o diabo que, dia a dia, nos indicam o caminho da injustiça e da desobediência a palavra de Deus.
Vivemos em um mundo onde cada vez mais a justiça tem sido colocada de lado, onde a cada dia a bandeira do mal tem sido levantada e defendida por muitos. Parece que o mal está na moda e não o bem. O legal é ser injusto e não justo. A justiça e o justo viraram um espanto, uma espécie de “E.T” para as pessoas.
A sabedoria dos provérbios também nos mostra essa realidade, pois aqueles que não querem seguir a vontade de Deus, que a menosprezam, se espantam diante da justiça e das atitudes do justo. “Praticar a justiça é alegria para o justo, mas espanto, para os que praticam a iniquidade.” (Pv 21. 5)

Um exemplo claro disso é o esforço dos homossexuais em aprovar o casamento gay e leis que impeçam qualquer pessoa de levantar a voz contra aquilo que desagrada a Deus, nesse caso a homossexualidade. Quando um justo levanta a sua voz proclamando a verdade de Deus, as pessoas o olham com espanto e, em alguns casos, com ódio de sua justiça que as desagrada. A justiça e o justo viraram mesmo um E.T em nosso mundo (uma pena).
Na realidade, enquanto vivermos nesse mundo, sempre haverá justos buscando seguir a vontade de Deus e ímpios buscando seguir o maligno. Isso não é de se espantar. O que precisamos pensar, mais do que nunca, é de que lado nos posicionaremos:
Do lado dos justos que se alegram em obedecer a vontade de Deus, por maiores que sejam as dificuldades, ou do lado dos que se espantam com a vontade de Deus e preferem desprezá-la.

O que vale mais: um grande sacrifício ou uma simples oração?


“O Senhor detesta o sacrifício dos ímpios, mas a oração do justo o agrada.” (Provérbios 15. 8 – NVI)
A sabedoria dos provérbios nos aponta dois personagens totalmente diferentes: O ímpio e o justo. Na Bíblia encontramos muitos versos contrastando o justo e o ímpio. No contexto bíblico o ímpio é aquele que não tem Deus como o Senhor de sua vida e, por isso, tenta agir como senhor de si mesmo. Já o justo é aquele que ama a Deus sobre todas as coisas, com todo seu coração, sua alma, suas forças (Deuteronômio 6.5). O justo se alegra em ter Deus como o Senhor de sua vida.
Se já não bastasse para o ímpio o grande erro em que caminha, ainda tenta por muitas vezes parecer justo, a ponto de se cercar de rituais e ações pomposas para tentar parecer justo, para tentar comprar a aprovação de Deus de alguma forma e aliviar a sua consciência.
O que vale mais: um grande sacrifício ou uma simples oração?
    A sabedoria dos provérbios nos ensina aqui que não adianta tentarmos enganar a Deus com uma “capa” de justiça, pois o Senhor conhece o coração de cada um. Por isso, “O Senhor detesta o sacrifício dos ímpios…” (Pv 15.8). Se o coração não é de Deus não há sacrifícios ou coisas grandiosas que possamos fazer a Deus que tenham valor diante Dele. Pelo contrário, Deus detesta sacrifícios vazios, ainda que sejam grandiosos.
Ao mesmo tempo a sabedoria dos provérbios nos mostra que o ato mais simples que o justo pode fazer, que é uma oração ao Senhor, agrada profundamente o coração do Pai: “…mas a oração do justo o agrada.” (Pv 15. 8).
Mas como assim? Deus valoriza mais uma simples oração do que um grande sacrífico? Aquele que está se sacrificando não está oferecendo mais a Deus do que aquele que apenas orou a Ele?
Aprendemos com a sabedoria dos provérbios que não adianta oferecer a Deus grandes coisas se a maior delas, nosso coração, não estiver nas mãos Dele. É o coração, não o sacrifício, que mostra se somos ímpios ou justos diante de Deus. Se nosso coração não é do Pai estamos rebeldes diante Dele, somos ímpios e não justos. Podemos até nos achar justos, mas não o somos. O salmista Davi observou muito bem essa realidade, quando declarou: “Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.” (Salmos 51.17)
Assim, a sabedoria dos provérbios nos impulsiona a avaliar quem somos, ímpios ou justos, e, a partir daí, oferecermos a Deus o nosso melhor, mesmo que seja pouco e, dessa forma, alcançarmos o agrado do Pai.

O ensino mais importante de Jesus Cristo


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“Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mt 4. 17)
Logo após sair vitorioso da tentação que sofreu no deserto, Jesus inicia a sua pregação proclamando o seu principal e mais importante ensino para a vida das pessoas, o arrependimento. O principal trunfo do diabo na vida das pessoas é iludi-las, fazendo-as buscar a “salvação” em qualquer coisa menos em Jesus Cristo. Diversas religiões e filosofias proclamam que a esperança para o ser humano está em diversas coisas, quando, na verdade, está no arrependimento e na fé em Jesus Cristo.
    Talvez por esse motivo, a primeira menção de Jesus pregando [no evangelho de Mateus] seja sobre a necessidade do arrependimento das pessoas. Esse arrependimento pregado por Jesus é muito mais do que aquele em que nos arrependemos de algum erro que cometemos. Esse arrependimento é o arrependimento para a vida, o que significa a confissão de que cremos em Jesus como Aquele que morreu em nosso lugar, que pagou pelos nossos pecados, e assim, através da fé, buscamos uma nova vida de acordo com a vontade de Deus.
O texto também traz um motivo para o arrependimento: porque está próximo o reino dos céus.” (Mt 4. 17). Jesus mostra a urgência do arrependimento. A vinda de Jesus é a chance mais clara do ser humano voltar-se para Deus e ser salvo. Hoje, algum tempo após Cristo já ter vindo a primeira vez, aguardamos a Sua segunda vinda, que será de forma repentina. Quando ela acontecer acabarão as oportunidades que temos de nos arrepender e sermos salvos. Sendo assim, muitos serão surpreendidos quando não tiverem mais tempo de se arrepender. Sabemos também que muitos de nós morreremos antes da segunda vinda de Cristo. A morte também põe fim a nossa oportunidade de se arrepender.
Assim, a palavra de Jesus se transforma num clamor especialmente urgente para a nossa época. Devemos ouvir esse clamor: “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mt 4. 17)…e depois de ouvi-Lo, tomarmos uma das duas posições possíveis: Crer na pregação de Jesus Cristo ou não.

Eles ficaram chocados com a atitude de Jesus!


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Jesus nunca foi adepto da superficialidade. Seus ensinos e atitudes sempre surpreenderam as pessoas devido à grande profundidade vista neles. Numa de suas demonstrações de ensino e exemplo, quando estava reunido com seus apóstolos, Jesus pega uma toalha e uma bacia com água e começa a lavar os pés dos apóstolos (Jo 13.4-5).
Qual a profundidade desse ensino e atitude de Jesus? O que Ele queria mostrar aos seus discípulos?
A atitude de Jesus chocou seus apóstolos. Pela fala de Pedro percebemos isso:“Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, e este lhe disse: Senhor, tu me lavas os pés a mim? Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés.” (Jo 13. 6, 8).Pedro disse isso, mostrando que na cabeça dele e, consequentemente, com certeza, de boa parte de seu povo, pela experiência vista no dia a dia, mestres e senhores não lavam os pés de ninguém, apenas tinham seus pés lavados. Daí Pedro resistir à atitude de Jesus.

Lavar pés era função de escravos ou de pessoas muito humildes, normalmente muito pobres ou marginalizadas pela sociedade. Para Pedro, Jesus não se enquadrava nessa função, pois era visto como Senhor e Mestre. Eles é que deveriam lavar os pés Dele.
O ensino do Mestre Jesus Cristo põe no chão os conceitos daquela cultura e daqueles homens. Jesus quebra todos os paradigmas existentes até ali. Após o profundo exemplo, após ter lavado até os pés do explosivo e resistente Pedro, Jesus com uma frase finaliza o seu profundo e poderoso ensino:
“Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou. Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.” (Jo 13. 13-14).
Um ensino desafiador que nos manda abrir mãos de quaisquer posições e títulos, e até de hierarquias em nome do amor pelas pessoas. O amor e o serviço são maiores que os títulos e, por isso, devem estar acima deles. Como esse pensamento, conseguimos olhar para o próximo, não de cima para baixo, numa atitude de superioridade, mas de igual para igual, numa atitude de amor e de serviço.

Você está disposto a descer de suas posições para lavar os pés das pessoas?

Você semearia uma semente boa em um solo ruim?


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A parábola do semeador ensina muito mais do que os vários tipos de solo que podem receber as sementes (à beira do caminho, em solo rochoso, entre espinhos, terra boa). Na parábola do semeador, a maioria do público que ouvia Jesus, certamente, era de pessoas que sabiam lidar com a roça. Em sua maioria eram agricultores e pecuaristas que sabiam os segredos para lidar com a terra e retirar dela o seu melhor.
Jesus começa a parábola identificando o principal personagem, o semeador. “Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.” (Mc 4. 3). Na verdade, esse semeador não tem uma identidade, um RG. Jesus deseja que seus ouvintes se vejam no papel do semeador da história.
Mas o mais impressionante desse ensino é a forma como o semeador semeava a semente. Ele não a distribuía apenas nos solos mais férteis e preparados como era o mais óbvio. O semeador deixa cair sementes [propositalmente] em solos que, em sã consciência, ninguém semearia semente alguma (à beira do caminho, em solo rochoso, entre espinhos. Mc 4. 1-9). Provavelmente esse “semeador” confundiu muito as pessoas. Inclusive os apóstolos consultaram Jesus em reservado, pois não compreenderam bem o ensino do Mestre Jesus Cristo.
    Mas não há confusão! A tarefa do semeador é primeiramente se identificar como semeador e saber da sua missão. Não são todos que decidem semear. Alguns, mesmo tendo sementes, preferem guardá-las e não usá-las e, claro, desagradam a Deus agindo assim. É preciso “sair” para semear como vemos no texto.
    Com relação aos solos, o crente semeador deve semear a palavra em todo tipo de solo que tiver oportunidade. Deus é quem cuida do crescimento e não quem semeia. O semeador apenas semeia. O crescimento da semente não deve preocupá-lo. Paulo também mostrou essa realidade. “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus.” (1Co 3. 6)
    Assim, cada um de nós deve refletir a respeito do ser semeador, do buscar ter sementes, e do sair para espalhá-las nos mais diversos locais e não somente naqueles que parecem mais férteis para nós.

    quinta-feira, 21 de maio de 2015

    E se eu deixar para crer em Jesus pouco tempo antes de morrer?


    Você Pergunta: Eu vou ser bem sincero com você: atualmente meu relacionamento com Deus não é lá dos melhores, mas é claro que eu me preocupo com minha salvação e até creio um pouco em Deus. Porém, tenho pensado que posso seguir Jesus mais pra frente em minha vida. Já vi pessoas que aprontaram muito na vida, curtiram e fizeram coisas que queriam fazer e, antes de morrer, creram em Jesus. Muita gente da minha igreja já me disse que isso é possível, que se crermos em Jesus somos salvos a qualquer hora. O que você acha, posso deixar para crer em Jesus e segui-lo quando ficar mais velho ou quem sabe antes de morrer?
    Caro leitor, apesar de perceber um pouco de deboche em suas palavras, irei responder essa pergunta para alertar aqueles que estão pensando em andar ou até já estão andando no mesmo caminho que você.
    E se eu deixar para crer em Jesus pouco tempo antes de morrer?
    A primeira coisa que gostaria de deixar claro é que tudo aquilo que o homem plantar, irá colher, pois não podemos zombar de Deus e esconder nenhum de nossos passos Dele: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gálatas 6.7). Isso significa que se menosprezarmos o caminho do Senhor,  não iremos colher coisas boas disso. Pense comigo:
    Como você poderá encontrar a Cristo em sua vida se, de caso pensado, você o despreza e busca com a sabedoria humana “escolher” quando e como irá “alcançar a sua salvação”? Você acha que tem controle sobre a vida? Você já pensou em como a vida é imprevisível? Já pensou que pode dormir hoje à noite e morrer sem mesmo perceber? Já pensou que pode acordar no inferno porque não quis crer em Jesus agora? Já pensou na quantidade de perigos a que estamos expostos todos os dias e que atentam contra nossa vida? Será que você terá esse tempo que acha que terá para realmente crer em Deus? Não acha que esse seu “jogo” é muito perigoso?
      É verdade que a salvação é pela fé e que algumas pessoas se arrependeram da vida que levaram no leito de morte ou mesmo pouco tempo antes de morrer. O ladrão crucificado com Jesus é um exemplo disso. Porém, essas pessoas não são bons exemplos da busca pela salvação em Jesus. Elas foram exceções e não regras a se seguir.
    A regra da salvação é a urgência.  Jesus quando falava de sua segunda vinda, disse:“Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa.” (Mt 24:43). É a urgência de não termos o controle de nada, de não sabermos nada com relação ao nosso futuro, de não sabermos o que será o nosso amanhã. Somente um decisão agora pode garantir nosso futuro na presença de Deus. Adiar isso é loucura!
    Por isso, o meu conselho a você é que agora mesmo, o quanto antes, você se arrependa e aprenda que viver a vida de verdade é viver ao lado de Jesus. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Curtir a vida de verdade é andar com Jesus. O mundo só te levará para longe da presença de Deus.
    Entregue sua vida a Cristo e descanse em paz todos os dias. Não se deixe enganar pelas falácias do inimigo!
    Vou finalizar deixando uma parábola contada por Jesus que retrata algo parecido com sua situação. Está em Lucas 12.16-20:
    “E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”

    2 segredos ensinados por Jesus para não se ter uma vida arruinada

    Ninguém em sã consciência deseja uma vida arruinada. Deseja? Todos desejamos uma vida que agrade a Deus e que seja recheada com as bênçãos do Senhor. Mas sabemos que isso não é algo automático em nossa vida e que apenas desejar ou não algo não faz com que aquilo aconteça ou não em nossa vida. Deus é misericordioso, Deus é amor, mas Deus também nos dá tarefas a cumprir, a fim de que façamos a nossa parte nessa cooperação com Ele. Por isso, Paulo afirma que “de Deus somos cooperadores” (1Coríntios 3:9). Há algo a fazer além do “desejar”.
    Nesse sentido o Mestre Jesus Cristo nos ensina que a pessoa que constrói a sua casa sobre a terra, sem alicerces, sem trabalho duro, sem dedicação e atenção à forma correta de se construir, colherá em algum tempo uma grade ruína: “…é semelhante a um homem que edificou uma casa sobre a terra sem alicerces, e, arrojando-se o rio contra ela, logo desabou; e aconteceu que foi grande a ruína daquela casa.” (Lucas 6:49).
    2 segredos ensinados por Jesus para não se ter uma vida arruinada
    Mas como não ser esse homem arruinado? Como fugir dessa triste tragédia de se ter uma vida arruinada, destruída? A resposta a essa pergunta está nesses dois segredos que o Mestre nos ensina:

      Segredo 1: Ouça as palavras que Jesus disse

    Jesus é claro ao afirmar que aquele que ouve as Suas palavras é aquele que constrói a sua casa sobre um firme alicerce e, por estar bem construída, essa casa não cairá:“Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras (…) É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída.” (Lucas 6:47-48).
    Ouvir as palavras de Jesus é muito mais do que o simples ato de escutar. Ouvir as palavras de Jesus é dar valor a elas, é procurá-las, é estudá-las, é meditá-las. Vai muito além do simples ato de ouvir. Precisamos compreender os ensinos de Jesus com todo o nosso ser. Isso é o ouvir ensinado por Cristo. O exemplo bíblico mais próximo desse ensino de Jesus é o homem do Salmo 1.2: “Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.”.
    Aqui cabe algumas perguntas importantes: o que tenho feito para ouvir as Palavras de Jesus? Para entrar em contato com elas, conhece-las mais a fundo? Qual esforço tenho empreendido para que as palavras de Cristo estejam dentro de minha mente em meu dia a dia?

    Segredo 2: Pratique aquilo que você ouviu de Jesus

    Entender as palavras de Jesus é o primeiro e mais importante segredo, mas não é o único. O ensino de Jesus avança para um território ousado. É preciso praticar aquilo que se ouviu. Isso implica em coragem para ir além do desejo e entrar no campo da prática da vontade de Deus. Aqui escorregamos muitas vezes. Jesus disse, por exemplo, para amar os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem (Mateus 5:44). Aprendemos isso, ouvimos, sabemos. Mas cumprimos?
    A resposta a essa pergunta separa os construtores prudentes (que constroem com alicerces profundos e fortes) dos construtores imprudentes (que preferem construir baseados num projeto fácil de se executar).

    Quem não está disposto a ouvir com atenção e praticar as palavras de Jesus certamente já está com sua “casa” em ruínas ou terá a “casa” arruinada por qualquer intempérie da vida.as de Jesus: Parábola dos talentos

    Explicando as parábolas de Jesus: Parábola dos talentos


    ONDE ESTÁ NA BÍBLIA?
    parábola dos talentos está registrada em Mateus 25. 14-30
    RESUMO DA PARÁBOLA
    Jesus ilustra a história de um homem, provavelmente rico, que se ausentando de seu país, chama alguns de seus servos e lhes dá talentos para que administrem enquanto estiver fora. Cada um desses homens recebeu uma quantidade. Aquele senhor, depois de muito tempo, volta e resolve acertar contas com os três homens que estavam incumbidos de administrar suas riquezas. Dois deles administraram muito bem, porém, aquele que recebeu menos foi duramente criticado e punido, pois não fez aquele talento que recebeu render durante todo aquele tempo.
    Explicando as parábolas de Jesus: A Parábola dos talentos
    EXPLICAÇÃO
    Em um primeiro momento, a primeira coisa a esclarecer sobre essa parábola é que o “talento” que é mencionado aqui nada tem a ver com “talento” no sentido de dons e capacidades. O talento era uma espécie de peça de ouro ou de prata que era muito valiosa. Estima-se, fazendo uma comparação com os dias de hoje, que se um diarista ganhasse dez reais por dia de trabalho, um talento de prata valeria algo em torno de 60.000 reais.
    Apesar desse talento mencionado no texto ser dinheiro, creio que podemos, na interpretação do ensino dessa história, entendermos que Jesus Cristo é esse senhor da parábola e que Ele nos dá muitas coisas valiosas (dons, capacidades, possibilidades, oportunidades, etc, etc) para usarmos e multiplicarmos em nossa vida e, principalmente, para o Seu reino.
      PODEMOS TIRAR MUITAS LIÇÕES DA PARÁBOLA DOS TALENTOS, MAS QUERO DESTACAR TRÊS:
    – Deus nos dá talentos conforme a nossa capacidade
    Na parábola, os três homens ganham quantidades diferentes de talentos (e responsabilidades) segundo as suas capacidades. “A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu.” (Mt 25.15). O interessante é que ninguém recebeu pouco. Apesar de talentos diferentes, todos receberam talentos. Mesmo o que recebeu apenas um talento, recebeu algo precioso e de muito valor e podia fazer esse talento frutificar!
    – Deus deseja que multipliquemos os talentos que nos dá
    No acerto de contas vemos que aquele senhor se alegra com os servos que multiplicaram o talento que receberam, sem distinção. O que recebeu menos foi honrado do mesmo jeito que o que recebeu mais. O que o senhor viu foi a fidelidade no uso daqueles talentos: “Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei. Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.” (Mt 25.20-21)
    – Deus nos cobrará pelo que fizermos com os talentos
    Todos os três homens que receberam talentos foram cobrados pelo que fizeram com eles. Receber talentos é também receber responsabilidades. O último, apesar de ter apenas conservado o seu talento, recebeu dura cobrança por não tê-lo multiplicado. O senhor foi severo com ele, tirando dele aquele talento: “Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? (…) Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.” (Mt 25.26, 28)
    E VOCÊ, CONSEGUE TIRAR MAIS ALGUMA LIÇÃO DA PARÁBOLA DOS TALENTOS?

    Cristãos e Finanças: Você ganha pouco ou gasta demais?


    Não é difícil encontrar pessoas reclamando que seus salários não dão para nada. Alguns colocaram até apelidos engraçados em seus salários: Salário cebola, que é aquele que você pega, olha e chora. Salário ateu, que é aquele que você prefere nem acreditar. Salário menstruação, que é aquele que vem uma vez por mês e dura menos de uma semana… todas essas brincadeiras expressam a realidade de que muitas pessoas não estão felizes com seus salários, pois acham que ganham pouco e mal.
    É bem verdade que muitos patrões exploram seus funcionários, não pagando um salário justo, mas é verdade também que a maioria das pessoas precisa fazer uma reflexão sincera: Ganham pouco ou gastam demais?
    Cristãos e finanças: Ganha pouco ou gasta muito?

    VOCÊ GASTA DEMAIS? FAÇA UM RAIO-X!


    Você gasta demais se: Não acompanha seus gastos. Ou seja, não anota seus gastos, não sabe aonde seu dinheiro vai exatamente. Não tem um controle exato e nos mínimos detalhes sobre o destino de cada centavo que sai da sua conta.
    Você gasta demais se: Prefere nem pensar nas contas. Acha que é melhor ir vivendo a vida sem se preocupar muito com isso. Acredita que no final dá tudo certo.

      Você gasta demais se: Gasta tudo que ganha e mais um pouco. Acha que não é importante planejar a vida financeira. O mais importante é viver o momento e comprar tudo aquilo que se desejar, sem nenhuma preocupação. Entra sempre no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito, afinal, crédito é para se usar mesmo!
    Você gasta demais se: Sempre acha que cabe mais uma parcela no orçamento. “Se eu fizer um bico, se der uma apertadinha, acho que dá para comprar!” Sempre acha que dá para fazer novas parcelas, pois não sabe ao certo como andam as coisas, pois não anota nada.
    Você gasta demais se: Não faz lista de compras para ir ao mercado. Sempre vai pegando o que quer sem se preocupar muito, afinal, trabalha o mês inteiro, e merece uma despensa cheia, não é?!

    VOCÊ GANHA POUCO? FAZENDO UM RAIO-X!


    Você ganha pouco se: Mesmo sendo controlado nas anotações dos seus gastos, vive sempre apertado.
    Você ganha pouco se: Mesmo sendo extremamente cuidadoso e planejado nas compras que faz e parcelas que assume não consegue sequer fazer uma poupança para um momento de emergência.
    Você ganha pouco se:  Mesmo que não faça gastos por impulso tem seus gastos empatando com seus ganhos.
    Você ganha pouco se: Mesmo sendo extremamente econômico não consegue evoluções financeiras em sua vida…
    Tudo isso é sinal que você deve ir à luta em busca de melhor capacitação e melhores colocações profissionais. Levante-se e avance na luta pela melhoria de suas condições de salário!
    E VOCÊ, GANHA POUCO OU GASTA DEMAIS?